Certa vez me disseram (ou seriam "certas vezes"?!) que minhas expectativas assustavam! Típica frase de quem se esconde atrás de um pretenso cuidado com o outro para não revelar suas verdadeiras intenções que, muitas vezes, não passam de uma única expectativa.
Esse papo é muito comum nos encontros sexuais... Há toda uma atmosfera no ar. O cara fala pra mina ou vice-versa ou vice-vice ou versa-versa: "To te querendo. Quero te beijar. Quero transar até náo poder mais. Vim aqui pra isso, mas... mas suas expectativas assustam". Ou, "suas expectativas são muito elevadas... não estou a altura delas" Que altura?
Você que me lê e nem está me pedindo conselhos.. mas ouça este: Não use aquelas falas, quase fajutas. Elas decepecionam o ouvido.... Decepam desejos... Desandam a comida e transformam vinho em vinagre. Se tens medo de expecativas alheias, não chegue perto nem da porta, porque você não merece que ela se abra.
Expectativas alheias assustam? Não deveriam. É sempre possível tentar ajustá-las as nossas, não atendê-las ou esquecê-las, mas temer?! Não! E muito menos sentir-se aquém delas...
As minhas expectativas são como brotos, plantados para o futuro. Alguns vigam e outros jamais deixam de ser promessa. E daí? Aliás, expecativa cada um tem a sua. Como aquela histõrinha do "ema, ema, ema"...
Coisa engraçada a tal expectativa.. Esse sentimento é tão necessário e vital como o ar e, ao mesmo tempo, pode ser tão asfixiante como a ausência dele.
Sem expecatativas não vivo, não sonho, não caminho. Impossível dar um passo a frente, ainda que esse passo a frente siginfique o bueiro, a topada e, finalmente, a queda. Se cair é só levantar!
sábado, 19 de julho de 2008
domingo, 13 de julho de 2008
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