quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Renascido


Ei, você que já havia desistido de mim, veja-me aqui. Voltei em bits e bytes transfigurados em letras luminosas! Renasço hoje depois de um bom período de ausência. Foram o stress cotitidano e a descarada e velha preguiça, companheira quase sempre indomável, que me impediram de aqui chegar.

Vivi tanta maluquice e tanta banalidade juntas que não sei por onde começar... Pensando bem não vou começar nada agora.. Vou aproveitar o dia de férias e voltar para os braços calorosos da preguiça, suave dama indomável, que me aguarda no leito. Juntos curtiremos este frio e fog candango. Eu, ela, o livro e as revistas - uma orgia das boas.

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Severas damas


Normas e Regras, essas duas ladies tão severas, devem resolver problemas e não criar outros.


Não podemos pautar nossa vida na obrigação de atender às normas e regras, mas sim de colocar essas duas senhoras - que podem ser muito gentis - para resolver os problemas. De preferência, dos outros.


Não defendo a anarquia, nem a desordem, mas a quebra dos ossos das duas madames sempre que elas forem severas a ponto de causarem empecilhos a felicidade alheia.


Segundo uma chefe que tive, há duas formas de olhar um problema. Uma é querendo resolver. A outra é não querendo resolver. Para esse olhar, as normas e regras funcionam como escudo.
Deus nos salve desse olhar ruim!

Estranhas supertições

Sou superticioso e ao longo dos meus anos de existência venho colecionando várias e criando outras.


Tenho temores estranhos nascidos de supertições inexistentes... O que vem a ser isso? São supertições não catalogadas. Exemplo? Acreditar que há algum tipo de sinal por simplesmente passar por um poste de iluminação pública e ele se apagar ou se acender no exato momento em que você passa. Isso acontece tão frequentemente comigo. Já aconteceu de uma rua inteira ficar no breu... Não é mesmo para ficar encismado?